Polícia

Mandante da morte de professor da Ufam segue foragida; Quatro suspeitos foram presos em Manaus; VÍDEO

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) apresentou, nesta quinta-feira (5), o resultado da Operação “Universitates”, que resultou na prisão de quatro pessoas envolvidas no assassinato do professor universitário Davi Said Aidar, de 62 anos. O crime ocorreu no dia 6 de fevereiro de 2026, em um bar localizado no ramal Água Branca, na rodovia AM-010, em Manaus.

Segundo as investigações, a mandante do homicídio é a vizinha da vítima, Juliana da Rocha Pacheco, que segue foragida.

Foram presos Antônio Carlos Pinheiro Meireles, conhecido como “TK”, apontado como o autor dos disparos; Emerson Sevalho de Souza; Lucas Santos de Freitas, chamado de “Lucão” ou “Magrão”, identificado como mentor intelectual do crime; e Rafael Fernando de Paula Bahia.

De acordo com a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o grupo foi identificado em menos de um mês de investigação.

Conforme a polícia, três suspeitos chegaram ao local em uma motocicleta no dia do crime. Antônio Carlos teria efetuado 14 disparos contra o professor, sendo que sete atingiram a vítima, que morreu no local.

As investigações apontaram que Lucas organizou a ação criminosa e recrutou os demais participantes, muitos deles com dívidas com ele, que atuava como agiota.

A motivação do crime estaria ligada a uma disputa entre vizinhos. Juliana Pacheco também possuía um bar na região e teria ficado insatisfeita com a queda no movimento após o professor iniciar atividade semelhante no local.

Os quatro presos responderão por homicídio qualificado e associação criminosa e permanecem à disposição da Justiça, enquanto a polícia segue em busca da suspeita apontada como mandante.

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